"Os contrários se atraem os iguais se repelem"
Quanto mais se quiser que o outro pense e sinta como eu, mais vou afastá-lo de mim. Ora, pois foi ele ser diferente de mim que me atraiu! Como posso querer esta mudança?
Parece para mim que é este o segredo para manter um relacionamento.
As pessoas mudam, todos mudamos, mas cada um muda de acordo com suas experiências e da maneira que a absorveu ou vivenciou. Muitos de nós absorve o erro aceita-o e aprende a fazer diferente de outra vez, outros não, repetem o mesmo erro várias vezes e normalmente culpam os outros. Num relacionamento como este a distância entre um e outro se faz naturalmente se um ou ambos não souberem crescer com a experiência.
Necessitamos trocar experiências com os outros, pertencemos a grupos, clubes, família, amigos, vizinhos e etc. Isolar-se restringi e limita oportunidades de crescimento e restringi o espaço onde cada um desenvolve seu potencial.
continua....
26 de novembro de 2011
22 de novembro de 2011
Relacionamento ( Amar).
Palavras difícil nos dias de hoje de entender, manter e ser feliz com ela. Relacionar-se com o outro de forma profunda, ser atento aos detalhes e diferentes nuances, compreender, perdoar e principalmente aceitar o outro como é: único e diferente, manter-se único sem mesclar-se com necessidades alheias ou alienar-se em favor da paz e/ou evolução e/ou satisfação e/ou manutenção do relacionamento.
O que é amar e ser amado afinal?
Quando contabilizo a relação e faço o balanço de quanto creditei e exijo do outro o débito estou amando?
Quando submeto o outro às minhas vontades e verdades estou amando?
Quando uso de meu poder seja monetário, seja cultural, para estabelecer uma dependência física e moral estou amando?
Quando a minha necessidade sexual é imperiosa e independe da vontade do outro estou amando?
Quando preciso do outro como ar que respiro,isto é amor?
Quando não consigo deixar ir para ver o outro feliz, isto é amor?
Quando abro mão da minha auto estima do Si mesmo sou capaz de amar?
Relacionar-se com o outro é antes de tudo conhecer suas ideias, crenças, valores , maneira de pensar e sentimentos. É promover, dar condições e incentivar o outro no seu melhor para vê-lo crescer. É aceitar o erro e ajudar a aprender com ele. É viver em paralelo sem subjulguar, submeter, manipular ou impor seus valores ao outro. É somar juntos o melhor de cada potencial num objetivo comum. É respeitar a individualidade de cada um suas habilidades, potencialidades, defeitos e qualidades e deixar como é, pois assim que vou amá-lo.
continua.....
O que é amar e ser amado afinal?
Quando contabilizo a relação e faço o balanço de quanto creditei e exijo do outro o débito estou amando?
Quando submeto o outro às minhas vontades e verdades estou amando?
Quando uso de meu poder seja monetário, seja cultural, para estabelecer uma dependência física e moral estou amando?
Quando a minha necessidade sexual é imperiosa e independe da vontade do outro estou amando?
Quando preciso do outro como ar que respiro,isto é amor?
Quando não consigo deixar ir para ver o outro feliz, isto é amor?
Quando abro mão da minha auto estima do Si mesmo sou capaz de amar?
Relacionar-se com o outro é antes de tudo conhecer suas ideias, crenças, valores , maneira de pensar e sentimentos. É promover, dar condições e incentivar o outro no seu melhor para vê-lo crescer. É aceitar o erro e ajudar a aprender com ele. É viver em paralelo sem subjulguar, submeter, manipular ou impor seus valores ao outro. É somar juntos o melhor de cada potencial num objetivo comum. É respeitar a individualidade de cada um suas habilidades, potencialidades, defeitos e qualidades e deixar como é, pois assim que vou amá-lo.
continua.....
13 de novembro de 2011
Auto Estima o coração da Psiquê.
As seis atitudes que elevam o nível de nossa auto estima.
1. A atitude de viver conscientemente.
Viver conscientemente é aumentar a luz da lanterna e perceber tudo ao meu redor; tudo que diz respeito as nossas ações, nossos propósitos, valores e objetivos ao máximo de nossa capacidade e nos comportarmos de acordo com o que vemos e conhecemos. Evitar a consciência é evitar o significado daquilo que estou fazendo; meus motivos.
2. A atitude de auto aceitação.
Estar bem consigo mesmo, com seu esquema corporal em geral, com minhas habilidades e inabilidades. Amar-se como é : único. Aceitar o erro, pois não posso aprender com um erro que não aceito ter cometido.
3. A atitude de responsabilidade.
Sou responsável pela realização dos meus desejos.
Sou responsável pelas minhas escolhas e meus atos.
Sou responsável pelo nível de consciência com que trabalho.
Sou responsável pelo nível de consciência com que vivo meus relacionamentos.
Sou responsável pelo meu comportamento com os outros; colegas de trabalho, clientes, socios, cônjuge, filhos, parentes e amigos.
Sou responsável pela maneira como priorizo meu tempo.
Sou responsável pela qualidade de minhas comunicações.
Sou responsável por minha própria felicidade.
Sou responsável por aceitar ou escolher os valores pelos quais vivo.
Sou responsável pelo aumento de minha auto estima.
Negligenciar estas responsabilidades destrói seu "Eu Interior" no seu nível mais básico. Sua vida não pertence aos outros e você não pode corresponder mais às expectativas alheias do que as suas.
4. A Atitude de auto afirmação.
Ser real , verdadeiro, autentico e sincero consigo mesmo. Honrar minhas vontades, necessidades e meus valores buscando formas apropriadas de expressá-los na realidade. É o contrário de timidez, mas não é agressividade ou rebeldia é a disposição de ficar ao meu lado para ser abertamente quem sou, para tratar a mim mesmo com respeito em todos os meu contatos. Praticar a auto afirmação é viver com autenticidade. É falar e agir de acordo com as minhas convicções e os meus sentimentos mais íntimos.
5. A atitude de auto intencionalidade.
Significa viver com propósito, planos de acordo com os poderes que tenho para atingir os objetivos que seleciono: estudar, formar uma familia, ganhar dinheiro, começar um novo negocio, lançar um produto no mercado, guardar ou poupar dinheiro, construir uma casa de veraneio, manter um relacionamento romântico e feliz e etc. São nossos objetivos que nos lançam à frente, que evocam o exercício de nossas faculdades,que energizam nossa existência.
Viver intencionalmente é preocupar-se com estas questões: O que estou tentando conseguir? O que estou fazendo para alcançar este objetivo? Por que considero estes meios apropriados? As reações do meio ambiente me dizem que estou obtendo sucesso ou fracasso? Há alguma nova informação que precise considerar? Preciso fazer reajustes em meu curso de ação, em minha estrategia, ou minhas atitudes? Meus objetivos e propósitos precisam ser repensados? Portanto, viver intencionalmente significa viver num alto nível de consciência.
6. A atitude de integridade pessoal.
Ter integridade pessoal é conjugar ideais, convicções, critérios, crenças e comportamento. Devo praticar o que prego, cumprir minhas promessas, honrar meus compromissos e minha conduta com os demais seres humanos deve ser delicada, justa, benevolente e compassiva. Devo me esforçar para construir uma consistência moral.
Vale mais minha auto estima que traí-la por qualquer recompensa imediata.
Dra. Maria Helena
por Dra. Eliza M. M. Guimarães
1. A atitude de viver conscientemente.
Viver conscientemente é aumentar a luz da lanterna e perceber tudo ao meu redor; tudo que diz respeito as nossas ações, nossos propósitos, valores e objetivos ao máximo de nossa capacidade e nos comportarmos de acordo com o que vemos e conhecemos. Evitar a consciência é evitar o significado daquilo que estou fazendo; meus motivos.
2. A atitude de auto aceitação.
Estar bem consigo mesmo, com seu esquema corporal em geral, com minhas habilidades e inabilidades. Amar-se como é : único. Aceitar o erro, pois não posso aprender com um erro que não aceito ter cometido.
3. A atitude de responsabilidade.
Sou responsável pela realização dos meus desejos.
Sou responsável pelas minhas escolhas e meus atos.
Sou responsável pelo nível de consciência com que trabalho.
Sou responsável pelo nível de consciência com que vivo meus relacionamentos.
Sou responsável pelo meu comportamento com os outros; colegas de trabalho, clientes, socios, cônjuge, filhos, parentes e amigos.
Sou responsável pela maneira como priorizo meu tempo.
Sou responsável pela qualidade de minhas comunicações.
Sou responsável por minha própria felicidade.
Sou responsável por aceitar ou escolher os valores pelos quais vivo.
Sou responsável pelo aumento de minha auto estima.
Negligenciar estas responsabilidades destrói seu "Eu Interior" no seu nível mais básico. Sua vida não pertence aos outros e você não pode corresponder mais às expectativas alheias do que as suas.
4. A Atitude de auto afirmação.
Ser real , verdadeiro, autentico e sincero consigo mesmo. Honrar minhas vontades, necessidades e meus valores buscando formas apropriadas de expressá-los na realidade. É o contrário de timidez, mas não é agressividade ou rebeldia é a disposição de ficar ao meu lado para ser abertamente quem sou, para tratar a mim mesmo com respeito em todos os meu contatos. Praticar a auto afirmação é viver com autenticidade. É falar e agir de acordo com as minhas convicções e os meus sentimentos mais íntimos.
5. A atitude de auto intencionalidade.
Significa viver com propósito, planos de acordo com os poderes que tenho para atingir os objetivos que seleciono: estudar, formar uma familia, ganhar dinheiro, começar um novo negocio, lançar um produto no mercado, guardar ou poupar dinheiro, construir uma casa de veraneio, manter um relacionamento romântico e feliz e etc. São nossos objetivos que nos lançam à frente, que evocam o exercício de nossas faculdades,que energizam nossa existência.
Viver intencionalmente é preocupar-se com estas questões: O que estou tentando conseguir? O que estou fazendo para alcançar este objetivo? Por que considero estes meios apropriados? As reações do meio ambiente me dizem que estou obtendo sucesso ou fracasso? Há alguma nova informação que precise considerar? Preciso fazer reajustes em meu curso de ação, em minha estrategia, ou minhas atitudes? Meus objetivos e propósitos precisam ser repensados? Portanto, viver intencionalmente significa viver num alto nível de consciência.
6. A atitude de integridade pessoal.
Ter integridade pessoal é conjugar ideais, convicções, critérios, crenças e comportamento. Devo praticar o que prego, cumprir minhas promessas, honrar meus compromissos e minha conduta com os demais seres humanos deve ser delicada, justa, benevolente e compassiva. Devo me esforçar para construir uma consistência moral.
Vale mais minha auto estima que traí-la por qualquer recompensa imediata.
Dra. Maria Helena
por Dra. Eliza M. M. Guimarães
9 de novembro de 2011
Auto Estima o coração da Psiquê.
Auto Sabotagem
Por mais paradoxal que seja é exigido de nós que tenhamos a coragem de tolerar a felicidade sem nos auto sabotar. A ansiedade diante do sucesso decorre de uma auto estima baixa que tem pavor e se desorienta quando a vida vai bem e entra em conflito com as opiniões mais profundas que temos de nós mesmos e do que nos seja apropriado (merecimento). A auto estima baixa ou precária leva o individuo a auto destruição à condenação e à desaprovação. Um sinal claro de auto estima baixa é a necessidade de perceber os outros como inferiores. Outro exemplo diz respeito ao sentimento de raiva a partir do qual nos comportamos de maneira a deixar os outros furiosos (profecia auto reguladora negativa).
A ilusão da auto estima
A pseudo auto estima é a ilusão da auto eficiência e do auto respeito sem realidade (fuga).
Devemos buscar a auto estima através da consciência, da responsabilidade e da integridade, ao contrário do que fazemos como adquirir bens materiais, popularidade e aventuras sexuais. Devemos buscá-la através da autenticidade pessoal (auto afirmação apropriada).
A auto estima positiva é uma conquista espiritual, uma vitória na evolução da consciência.
continua... As seis atitudes que elevam o nível de nossa auto estima.
Por mais paradoxal que seja é exigido de nós que tenhamos a coragem de tolerar a felicidade sem nos auto sabotar. A ansiedade diante do sucesso decorre de uma auto estima baixa que tem pavor e se desorienta quando a vida vai bem e entra em conflito com as opiniões mais profundas que temos de nós mesmos e do que nos seja apropriado (merecimento). A auto estima baixa ou precária leva o individuo a auto destruição à condenação e à desaprovação. Um sinal claro de auto estima baixa é a necessidade de perceber os outros como inferiores. Outro exemplo diz respeito ao sentimento de raiva a partir do qual nos comportamos de maneira a deixar os outros furiosos (profecia auto reguladora negativa).
A ilusão da auto estima
A pseudo auto estima é a ilusão da auto eficiência e do auto respeito sem realidade (fuga).
Devemos buscar a auto estima através da consciência, da responsabilidade e da integridade, ao contrário do que fazemos como adquirir bens materiais, popularidade e aventuras sexuais. Devemos buscá-la através da autenticidade pessoal (auto afirmação apropriada).
A auto estima positiva é uma conquista espiritual, uma vitória na evolução da consciência.
continua... As seis atitudes que elevam o nível de nossa auto estima.
7 de novembro de 2011
Auto Estima o coração da Psiquê.
A auto estima é formada tanto por fatores internos como externos. Os fatores internos residem dentro do individuo ou que são gerados por ele: crenças, ideias, pratica de comportamentos e etc. Os fatores externos provem do meio ambiente: mensagens verbais ou não verbais que nos são transmitidas e as experiências produzidas pelos Pais, pelos professores, pelas pessoas significativas, pelas organizações e pela cultura.
A auto estima é uma profunda e poderosa necessidade humana, essencial a uma adaptação saudável, ou seja, ao funcionamento ideal e auto satisfação.
A auto estima possui dois componentes: A auto eficiência, ou seja, senso básico de confiança diante dos desafios da vida( competência) e Auto respeito, senso de merecer felicidade. Exemplos: confiança em nossa capacidade de pensar, em nossa habilidade em vencer desafios básicos da vida, confiança em nosso direito de vencer, auto estima isenta de conflitos; somos movidos pelo prazer e não pelo medo.Quer-se experimentar a felicidade e não evitar sofrimento. O que nos move não é provar nosso valor , mas dar vida as nossas capacidades. É confiar em nosso processo e em consequência estar disposto a esperar que nossos esforços resultem em sucesso.
continua.... próxima: Auto Sabotagem.
A auto estima é uma profunda e poderosa necessidade humana, essencial a uma adaptação saudável, ou seja, ao funcionamento ideal e auto satisfação.
A auto estima possui dois componentes: A auto eficiência, ou seja, senso básico de confiança diante dos desafios da vida( competência) e Auto respeito, senso de merecer felicidade. Exemplos: confiança em nossa capacidade de pensar, em nossa habilidade em vencer desafios básicos da vida, confiança em nosso direito de vencer, auto estima isenta de conflitos; somos movidos pelo prazer e não pelo medo.Quer-se experimentar a felicidade e não evitar sofrimento. O que nos move não é provar nosso valor , mas dar vida as nossas capacidades. É confiar em nosso processo e em consequência estar disposto a esperar que nossos esforços resultem em sucesso.
continua.... próxima: Auto Sabotagem.
22 de outubro de 2011
Auto Estima o coração da Psiquê.
A auto estima é o coração da psiquê e é o fator mais prejudicado pela ativa no uso de drogas. Quando baixa significa que meu controle interno está desorganizado e ineficaz. A auto aprovação, auto aceitação estão em baixa e faço mais a vontade do outro do que a minha. Meus parâmetros, maneiras de pensar e agir ficam subordinados à aprovação alheia. Perco meu referencial, o Si mesmo e me torno alienado. Não avalio minhas potencialidades, qualidades, defeitos e habilidades e me arrisco em terreno desconhecido capaz de gerar grandes frustrações e esvaziar mais ainda meu bem estar comigo mesmo.
continua....
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
F.: 25347980 e cel.: 81348919
continua....
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
F.: 25347980 e cel.: 81348919
11 de outubro de 2011
Não está tudo bem...
Na caminhada da recuperação muitos são surpreendidos pela força voraz da doença. O que foi isto? O que aconteceu? Ela vem disfarçada, sorrateira e pega de surpresa os desavisados. Geralmente, me encontra bem feliz e realizado e até acreditando que nada de mal vai acontecer mais comigo. Grande ilusão de quem ainda guarda um plano secreto de volta ao uso. Sim, pois estar "desavisado", "despreparado" é o mesmo que querer recair. Quem passou pelos caminhos da doença não consegue simplesmente esquecer a derrota, os momentos de dor, de angustia, " o fundo do poço". A não ser que NEGUE, que queira viver como um faz de conta onde nada aconteceu. Ora, quantas doenças se conhece que necessitam um tratamento contínuo? Diabetes, insuficiência renal e adrenal, gota, AIDS e outras. Todas não levam à morte se desprezadas? Porque não cuido da minha? Porque esqueci do primeiro passo, "Admitir e aceitar que tenho uma doença progressiva, incurável e fatal e que minha vida se torna incontrolável". E quando foi que esqueci?
18 de setembro de 2011
A recaída.
A recaída é um processo. Ela não acontece de repente. Instala-se aos poucos e vai contaminando a recuperação. Quanto mais me afasto do programa mais estou correndo o risco de recaída. A necessidade de estar em contato com meus sentimentos, maneiras de pensar e agir é imperiosa para evitar a recaída. O meio sugerido é o décimo passo que consiste no inventário diário onde posso avaliar meus comportamentos e repensar à luz do programa 12 passos sobre o que pode estar ou dar errado.
São 11 fases de recaída a 12a. é a volta ao uso, portanto posso interromper o processo a tempo de evitar.
São 47 sinais de aviso já classificados e bem descritos que podem me ajudar e orientar a descobrir e eliminar a situação de perigo.
Saia do mito que " a recaída acontece do nada" , isto é irreal e insano. Alguma coisa voce deixou de fazer ou de eliminar no seu dia a dia.
Peça ajuda!
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel: 81348919
São 11 fases de recaída a 12a. é a volta ao uso, portanto posso interromper o processo a tempo de evitar.
São 47 sinais de aviso já classificados e bem descritos que podem me ajudar e orientar a descobrir e eliminar a situação de perigo.
Saia do mito que " a recaída acontece do nada" , isto é irreal e insano. Alguma coisa voce deixou de fazer ou de eliminar no seu dia a dia.
Peça ajuda!
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel: 81348919
Lidar com o novo.
O mundo novo para o dependente químico é assustador. Como lidar com a vida que não conhece , não sabe as regras e os limites? O que é bom e o que não é bom de fazer, falar e pensar? A sensação é de " peixe fora d`água" Não conheço os assuntos nem o que é de interesse comum. A vida da adicção deixa lacunas e o tempo urge é preciso me readaptar. Muitos em situação como esta voltam para o velho... é mais fácil , conhece o mecanismo e sentem-se seguros. Os velhos amigos não exigem nada de nada desconfiam e a sensação de "pertencer" é gratificante. Difícil é achar um meio de superar o medo do novo e enfrentar as dificuldades.
A dica é não exigir mais do que possa corresponder é ir devagar passo a passo redescobrindo o que tem a fazer. Atualize-se, leia, estude, vá a teatro, cinema enfim conquiste seu espaço, sua bagagem. Frequente a família, os amigos de verdade, padrinho, terapeuta e psicólogo com os quais você está habituado. Faça esportes. Criando novos hábitos para si virão novos vínculos, assuntos, amigos e oportunidades sem risco de recaída. O importante é superar enfrentando o medo e partilhando suas dificuldades.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com]
f.25347980 e cel: 81348919
A dica é não exigir mais do que possa corresponder é ir devagar passo a passo redescobrindo o que tem a fazer. Atualize-se, leia, estude, vá a teatro, cinema enfim conquiste seu espaço, sua bagagem. Frequente a família, os amigos de verdade, padrinho, terapeuta e psicólogo com os quais você está habituado. Faça esportes. Criando novos hábitos para si virão novos vínculos, assuntos, amigos e oportunidades sem risco de recaída. O importante é superar enfrentando o medo e partilhando suas dificuldades.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com]
f.25347980 e cel: 81348919
3 de setembro de 2011
Crises de Abstinência
Tenho observado ao longo destes anos de convivência com a doença e os adictos à drogas e álcool que ocorrem crises específicas de tempos em tempos bem definidos.
Várias crises durante o primeiro ano, todas perigosas, pois podem desencadear a volta ao uso.
A primeira, todos sabem é a da " retirada do químico". Onde ocorre o desespero, a agitação e até alguns sintomas físicos como:boca seca, dor de barriga, dor de cabeça e etc.
Com frequência temos pelo menos, cinco crises durante o primeiro ano.
A segunda acontece entre 30 a 40 dias, ou 50 a 60 para alguns e provoca diarreia, vômito, náusea. sensação de empachamento, além de irritabilidade.
A terceira vem com três meses limpo, 90 dias. O paciente sente dores nas costas, a urina fica escura e com forte cheiro, às vezes, a micção vem acompanhada de dor. O comportamento muda, irritabilidade, intolerância, sensibilidade, mau humor e raiva sem motivo aparente.
A quarta, com seis meses, 180 disas, é bem diferente das demais. O paciente começa a procrastinar, não pára quieto, às vezes perde o apetite e isola-se.
Todas estas duram de três a sete dias. Pelo que parece é um movimento de desintoxicação do próprio corpo e varia de pessoa pra pessoa, mas a frequência destas características chamam a atenção e merecem ser observadas.
A última do primeiro ano com nove meses, 270 dias é a mais grave crise, Ela dura de 15 a 25 dias. Transtorna a recuperação da maioria. A vontade de usar aparece forte e constante, sem dar trégua. Divide-se em três ou até quatro etapas. Os primeiros três dias, do 7o. ao 8o. dia, do 15o. ao 17o.dia e pode ocorrer mais uma etapa entre 21o. e 25o. dia. Nesta fase o paciente tem dores de cabeça, suor frio, palpitação, dor de barriga, fissura como na " ativa", irritabilidade, mente fechada. Pode ter diarreia, dor de estômago e vômito ,sente cheiro e gosto da droga.
Por exemplo, se voce ficou limpo a partir do dia 20 de um determinado mês, 20 é sua data base. Dez dias antes e,até 10 dias depois de 20( 10--------20-------30), pode ocorrer uma crise. Neste intervalo com três, seis ou nove meses limpo as crises ocorrerão.
Após o primeiro ano temos as crises de 12, 15, 18, 21..... até 48 meses, mas a crise dos 9m continua em muitos casos até 8anos limpo, ou seja, 45, 54, 63e 72.
Observei pacientes internados e pós internação durante 9 anos e percebi uma constante que corroborou minhas observações.Não tenho a pretensão de tornar isto um experimento,mesmo por que, para chegar a tal precisaria da ajuda de médicos, neurologistas e um estudo estatístico. No dia a dia estas informações tem surtido efeito nos pacientes que se dispuseram a acompanhar a ocorrência desta crises durante seu tempo limpo e conseguiram superar estes episódios com êxito e manterem-se em recuperação.
Pode ser uma boa dica!
Eliza M.M. GUimarães
elizapsico@hotmail.com
f.25347980 3 81348919
Várias crises durante o primeiro ano, todas perigosas, pois podem desencadear a volta ao uso.
A primeira, todos sabem é a da " retirada do químico". Onde ocorre o desespero, a agitação e até alguns sintomas físicos como:boca seca, dor de barriga, dor de cabeça e etc.
Com frequência temos pelo menos, cinco crises durante o primeiro ano.
A segunda acontece entre 30 a 40 dias, ou 50 a 60 para alguns e provoca diarreia, vômito, náusea. sensação de empachamento, além de irritabilidade.
A terceira vem com três meses limpo, 90 dias. O paciente sente dores nas costas, a urina fica escura e com forte cheiro, às vezes, a micção vem acompanhada de dor. O comportamento muda, irritabilidade, intolerância, sensibilidade, mau humor e raiva sem motivo aparente.
A quarta, com seis meses, 180 disas, é bem diferente das demais. O paciente começa a procrastinar, não pára quieto, às vezes perde o apetite e isola-se.
Todas estas duram de três a sete dias. Pelo que parece é um movimento de desintoxicação do próprio corpo e varia de pessoa pra pessoa, mas a frequência destas características chamam a atenção e merecem ser observadas.
A última do primeiro ano com nove meses, 270 dias é a mais grave crise, Ela dura de 15 a 25 dias. Transtorna a recuperação da maioria. A vontade de usar aparece forte e constante, sem dar trégua. Divide-se em três ou até quatro etapas. Os primeiros três dias, do 7o. ao 8o. dia, do 15o. ao 17o.dia e pode ocorrer mais uma etapa entre 21o. e 25o. dia. Nesta fase o paciente tem dores de cabeça, suor frio, palpitação, dor de barriga, fissura como na " ativa", irritabilidade, mente fechada. Pode ter diarreia, dor de estômago e vômito ,sente cheiro e gosto da droga.
Por exemplo, se voce ficou limpo a partir do dia 20 de um determinado mês, 20 é sua data base. Dez dias antes e,até 10 dias depois de 20( 10--------20-------30), pode ocorrer uma crise. Neste intervalo com três, seis ou nove meses limpo as crises ocorrerão.
Após o primeiro ano temos as crises de 12, 15, 18, 21..... até 48 meses, mas a crise dos 9m continua em muitos casos até 8anos limpo, ou seja, 45, 54, 63e 72.
Observei pacientes internados e pós internação durante 9 anos e percebi uma constante que corroborou minhas observações.Não tenho a pretensão de tornar isto um experimento,mesmo por que, para chegar a tal precisaria da ajuda de médicos, neurologistas e um estudo estatístico. No dia a dia estas informações tem surtido efeito nos pacientes que se dispuseram a acompanhar a ocorrência desta crises durante seu tempo limpo e conseguiram superar estes episódios com êxito e manterem-se em recuperação.
Pode ser uma boa dica!
Eliza M.M. GUimarães
elizapsico@hotmail.com
f.25347980 3 81348919
2 de setembro de 2011
A codependência
CODEPENDÊNCIA
A codependência é uma realidade comportamental que está associada a familiares de dependentes de drogas e álcool. Trata-se da incapacidade de manter relacionamento saudável consigo mesmo e com os outros. Suportar todo tipo de transtorno, jogo patológico, altos e baixos. É deixar-se enganar, manipular e usar nos mais vis empreendimentos. Optar pelo sofrimento como que predestinados para tal. É anular-se, perder a própria vontade, sonhos e compromissos como se fosse proibido diante da dificuldade do seu familiar. É ficar horas a fio em função, na espera, de prontidão para o próximo problema. Um forte sentimento de culpa e uma constante frustração, pois nada do que faz ou fala muda a situação. E quando o familiar volta "limpo" o codependente sente-se vazio tão acostumado estava de viver daquela maneira.
- Você se sente responsável por outra pessoa? Seus sentimentos, pensamentos, necessidades, ações, escolhas, vontades, bem-estar e destino?
- Você sente ansiedade, pena e culpa quando outras pessoas têm problemas?
- Você se flagra constantemente dizendo "sim" quando quer dizer "não"?
- Você vive tentando agradar aos outros ao invés de agradar a si mesmo?
- Você vive tentando provar aos outros que é bom o suficiente? Você tem medo de errar?
- Você vive buscando desesperadamente amor e aprovação? Você sente-se inadequado?
- Você tolera abuso para não perder o amor de outras pessoas?
- Você sente vergonha da sua própria vida?
- Você tem a tendência de repetir relacionamentos destrutivos?
- Você se sente aprisionado em um relacionamento? Você tem medo de ficar só?
- Você tem medo de expressar suas emoções de maneira aberta, honesta e apropriada?
- Você acredita que se assim o fizer ninguém vai amá-lo?
- O que você sente sobre mudar o seu comportamento? O que impede-lhe de mudar?
- Você ignora os seus problemas ou finge que as circunstâncias não são tão ruins?
- Você vive ajudando as pessoas a viverem? Acredita que elas não sabem viver sem você?
- Tenta controlar eventos, situações e pessoas através da culpa, coação, ameaça, manipulação e conselhos, assegurando assim que as coisas aconteçam da maneira que você acha correta?
- Você procura manter-se ocupado para não entrar em contato com a realidade?
- Você sente que precisa fazer alguma coisa para sentir-se aceito e amado pelos outros?
- Você tem dificuldade de identificar o que sente? Tem medo de entrar em contato com seus sentimentos como raiva, solidão e vergonha.
Se você respondeu sim a pelo menos cinco destas questões procure ajuda nos grupos Nar Anon e Allanon que atendem familiares de dependentes químicos.
Coragem! Dê esse primeiro passo.
Dra Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
F. 25347980 e cel.: 81348919
26 de agosto de 2011
A Família do Dependente Químico
A noticia de que meu familiar está usando drogas ou álcool determina um turbilhão de emoções na família. Mãe e Pai não sabem o que fazer com o fato e se perguntam porque isso aconteceu em nosso lar? Onde erramos? No que faltamos? E todas estas perguntas ficam sem resposta diante do problema, pois não é a falta nem o excesso e tão pouco culpa de alguém; o fato é que instalou-se uma doença pelo uso, muitas vezes ingênuo e curioso, de substâncias psicoativas que causam dependência. O que desencadeou a procura destas substâncias e a necessidade de inserir-se neste tipo de grupo, ocorre por fatores de aceitação, adaptação e até auto estima baixa como também a falta de limites, valores e diálogo. Ah! Então é culpa da família? Não, pois na fase em que o jovem começa a usar ( adolescência) a família tem pouco acesso ao que ocorre no seu íntimo, (suas dificuldades, suas limitações) o adolescente tende a preterir a família ao grupo. É uma fase natural de descoberta de auto afirmação e quando consegue êxito desenvolve-se sem dificuldades. No livro de Içami Tiba - Anjos caídos, temos uma boa explicação para o inicio do uso. O autor descreve um rito de passagem de uma tribo indígena onde o jovem é inserido na vida adulta e a partir daí considerado como tal. Na nossa cultura este ritual não existe e o jovem padece entre não ser mais criança e ainda não ser adulto. Ser aceito é imperioso e desgastante. Nesta fase está vulnerável e acata qualquer solução para seu problema. As escolhas que fizer determinarão seu caminho adiante.
Infelizmente a falta de conhecimento do que seja esta doença, a negação da maioria que mantem o problema distante de si ( só acontece com o vizinho) e a resistência em procurar ajuda profissional são a causa de jovens usuários progredirem no uso de drogas e álcool.
Portanto, peçam ajuda assim que identificarem o problema. Milhares de pessoas compartilham suas experiências na busca de soluções. A família pode contar com vários grupos de ajuda.
Estamos juntos nesta Luta!
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel.: 81348919
Infelizmente a falta de conhecimento do que seja esta doença, a negação da maioria que mantem o problema distante de si ( só acontece com o vizinho) e a resistência em procurar ajuda profissional são a causa de jovens usuários progredirem no uso de drogas e álcool.
Portanto, peçam ajuda assim que identificarem o problema. Milhares de pessoas compartilham suas experiências na busca de soluções. A família pode contar com vários grupos de ajuda.
Estamos juntos nesta Luta!
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel.: 81348919
20 de agosto de 2011
Medo
Medo: (ê) sm (lat metu) 1 Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror. 2 Apreensão. 3Receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. sm pl Gestos ou visagens que causam susto.
Como o corpo reage numa situação de ameaça, seja ela real ou não:
1. Cérebro: as estruturas responsáveis por iniciar a reação a estímulos amedrontadores são as amígdalas cerebrais, localizadas na região das têmporas. Elas enviam um sinal ao hipotálamo, região de controle do metabolismo, para que seja intensificada a produção de adrenalina, noradrenalina e acetilcolina. Em uma fração de segundo, a descarga dessas substâncias causa alterações no funcionamento de diversas partes do corpo
2. Olhos: a química do medo faz com que as pupilas se dilatem. Isso diminui a capacidade de a pessoa reparar nos detalhes que a cercam, mas aumenta o poder de visão geral. Em tempos ancestrais, esse recurso permitia que o homem identificasse no escuro das cavernas um predador e as possíveis rotas de fuga
3. Coração e pulmões: o aumento do nível de adrenalina eleva os batimentos cardíacos. A maior irrigação sanguínea faz com que cérebro e músculos trabalhem mais intensamente, deixando a pessoa alerta e ágil. O fato de o coração bater acelerado exige maior oxigenação daí por que a respiração se torna mais curta, ofegante
4. Estômago: muitas pessoas, em situações de medo, sentem dor na região estomacal devido ao aumento na produção de acetilcolina. A liberação em maior quantidade de sucos gástricos acelera a digestão e a transformação dos alimentos em energia.
Fonte: Frederico Graeff, Universidade de São Paulo (Veja)
Como o corpo reage numa situação de ameaça, seja ela real ou não:
1. Cérebro: as estruturas responsáveis por iniciar a reação a estímulos amedrontadores são as amígdalas cerebrais, localizadas na região das têmporas. Elas enviam um sinal ao hipotálamo, região de controle do metabolismo, para que seja intensificada a produção de adrenalina, noradrenalina e acetilcolina. Em uma fração de segundo, a descarga dessas substâncias causa alterações no funcionamento de diversas partes do corpo
2. Olhos: a química do medo faz com que as pupilas se dilatem. Isso diminui a capacidade de a pessoa reparar nos detalhes que a cercam, mas aumenta o poder de visão geral. Em tempos ancestrais, esse recurso permitia que o homem identificasse no escuro das cavernas um predador e as possíveis rotas de fuga
3. Coração e pulmões: o aumento do nível de adrenalina eleva os batimentos cardíacos. A maior irrigação sanguínea faz com que cérebro e músculos trabalhem mais intensamente, deixando a pessoa alerta e ágil. O fato de o coração bater acelerado exige maior oxigenação daí por que a respiração se torna mais curta, ofegante
4. Estômago: muitas pessoas, em situações de medo, sentem dor na região estomacal devido ao aumento na produção de acetilcolina. A liberação em maior quantidade de sucos gástricos acelera a digestão e a transformação dos alimentos em energia.
Fonte: Frederico Graeff, Universidade de São Paulo (Veja)
O medo no dependente químico é falta de fé em si mesmo , em Deus e no outro. Causa uma sensação de impotência e desespero. A realidade é vista como ameaçadora e impossível de lidar, superar e aceitar. O DQ não quer ser frustrado, não quer admitir seu passado e o porque de sua realidade atual não ser como deseja, das pessoas não enxergarem seu esforço, sua luta para ficar limpo. Numa atitude infantilizada espera que a vida seja diferente e não como ela é com seus altos e baixos, alegrias e tristezas, perdas e danos. O emocional desgastado pela adicção, a auto estima baixa, as incertezas sobre sua recuperação, segredos,planos secretos e falta de confiança no programa 12 passos potencializam o medo.
Partilhe seus medos e coloque-os a sua frente como obstáculos a serem vencidos e, principalmente, aceite a vida como ela se apresenta.
Dra. Eliza M. M. Guimarães- F. 25347980 e cel . 81348919
e-mail: elizapsico@hotmail.com
Dra. Eliza M. M. Guimarães- F. 25347980 e cel . 81348919
e-mail: elizapsico@hotmail.com
10 de agosto de 2011
Crack X OXI
Há vinte anos trabalho com dependentes químicos… é lamentável constatar que pouco se faz para informar a população sobre a dependência química e prevenir ao invés de remediar. Drogas novas como o oxi e antes o crack; lembram como este afetou e alarmou a todos? Que diferença faz a droga de preferência ser outra agora?
Quando será que vamos encarar isto de forma séria e fazer algo que esclareça e informe a população? A maioria é leiga, não conhece a doença e rotula o dependente químico. As famílias não procuram ajuda para a codependência. Os tratamentos existentes são ineficazes e incompletos salvo algumas excessões. O pós clínica não existe ou não é levado a sério. Eu de minha parte continuo na luta tentando com meu ” baldinho” apagar este incendio, mas muitos elefantes se omitem…
Dra. Eliza
Auto Estima
A auto estima é o coração da psique.
Ter auto estima é viver de acordo com as suas convicções independente do que os outros pensam e sentem. É estar bem consigo mesmo, ter aceitação, auto aprovação, respeito próprio e auto responsabilidade.
Para atingir este grau de auto estima é preciso fazer as pazes consigo mesmo, libertar-se de crenças e valores do outro e adotar seus próprios parâmetros de comportamento. Estar ciente de que agora a maneira que vou viver só depende de mim e meu bem estar não está no outro e sim comigo mesmo. Deixar de responsabilizar o outro, a Mãe o Pai, a empresa, os amigos e assumir quem sou, minhas qualidades e defeitos.
Um auto exame pode falsear a real condição da auto estima. Peça ajuda para vier melhor.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
fones: 25347980 3 cel. 81348919
Ter auto estima é viver de acordo com as suas convicções independente do que os outros pensam e sentem. É estar bem consigo mesmo, ter aceitação, auto aprovação, respeito próprio e auto responsabilidade.
Para atingir este grau de auto estima é preciso fazer as pazes consigo mesmo, libertar-se de crenças e valores do outro e adotar seus próprios parâmetros de comportamento. Estar ciente de que agora a maneira que vou viver só depende de mim e meu bem estar não está no outro e sim comigo mesmo. Deixar de responsabilizar o outro, a Mãe o Pai, a empresa, os amigos e assumir quem sou, minhas qualidades e defeitos.
Um auto exame pode falsear a real condição da auto estima. Peça ajuda para vier melhor.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
fones: 25347980 3 cel. 81348919
9 de agosto de 2011
Partilhar
Partilhar
O dependente químico usa mecanismos de defesa para rejeitar e transformar a realidade evitando o sofrimento e adiando uma atitude para a resolução de seus problemas. Evita também um contato mais profundo consigo mesmo, ou seja , entrar em contato com seus sentimentos. Ele se anula e se aliena de si mesmo.
Quando ocorre o tratamento sua dificuldade aparece, não consegue exprimir o que sente, conta sua história como um narrador de fatos alheios; não se coloca, usa até o pronome na terceira pessoa.
A " partilha" é um instrumento de alívio, mas só funciona se o DQ partilhar o fato ocorrido consigo e o sentimento de modo a reviver as emoções até então contidas pelos mecanismos de defesa. Desta forma ele consegue desfazer caminhos já batidos de contenção das emoções ; aquela estória de procurar caminhos já batidos esperando resultados diferentes. A partilha é mais que a palavra, o discurso. Ela vem da necessidade de expor o fato e pedir ajuda para o sentimento.
" Partilhar o que for necessário e estar aberto para ouvir o que for preciso" Este é o princípio para a mudança.
Dra. Eliza M. M. Guimarães.
Fone 25347980 e cel. 81348919
Quando ocorre o tratamento sua dificuldade aparece, não consegue exprimir o que sente, conta sua história como um narrador de fatos alheios; não se coloca, usa até o pronome na terceira pessoa.
A " partilha" é um instrumento de alívio, mas só funciona se o DQ partilhar o fato ocorrido consigo e o sentimento de modo a reviver as emoções até então contidas pelos mecanismos de defesa. Desta forma ele consegue desfazer caminhos já batidos de contenção das emoções ; aquela estória de procurar caminhos já batidos esperando resultados diferentes. A partilha é mais que a palavra, o discurso. Ela vem da necessidade de expor o fato e pedir ajuda para o sentimento.
" Partilhar o que for necessário e estar aberto para ouvir o que for preciso" Este é o princípio para a mudança.
Dra. Eliza M. M. Guimarães.
Fone 25347980 e cel. 81348919
Segundo a organização mundial da saúde a dependência química é uma doença e deve ser tratada como tal tendo em vista seus sintomas, destrutividade e comorbidades associadas. O tratamento é multidisciplinar, portanto teremos a presença de profissionais como Psiquiatra, psicólogo(a), enfermeiro(a), terapeuta e monitores. Cada caso deve ser analisado e avaliado antes de encaminhar para um tratamento, pois são vários os procedimentos que podemos adotar com o dependente químico de acordo com grau de comprometi8mento deste com sua droga de preferência. A internação é necessária a partir do momento em que o dependente químico esteja escravizado pela droga e não consiga manter compromissos e responsabilidades do dia a dia. Um diagnóstico e prognóstico indicará a melhor solução para cada caso.
A doença da dependência química ocorre a partir do momento em que o usuário passa a depender da droga para estabilizar. No começo ele usa quando quer, nos finais de semana,controla a quantidade, o horário que usa. Com o tempo a necessidade aumenta gradativamente e quando percebe está usando todos os dias.Começa a perder compromissos , a ir mal na escola, a mentir, manipular, justificar. Fica agressivo, revoltado, agitado e impaciente. Ausenta-se por horas ou dias sem dar satisfação a ninguém. Os amigos se afastam. Os familiares não conseguem mais dialogar. Fisicamente está abatido, emagreceu, não come e/ou dorme, não participa das atividades e compromissos familiares. Está apático e alienado e nega sua realidade.
Assinar:
Postagens (Atom)