A recaída é um processo. Ela não acontece de repente. Instala-se aos poucos e vai contaminando a recuperação. Quanto mais me afasto do programa mais estou correndo o risco de recaída. A necessidade de estar em contato com meus sentimentos, maneiras de pensar e agir é imperiosa para evitar a recaída. O meio sugerido é o décimo passo que consiste no inventário diário onde posso avaliar meus comportamentos e repensar à luz do programa 12 passos sobre o que pode estar ou dar errado.
São 11 fases de recaída a 12a. é a volta ao uso, portanto posso interromper o processo a tempo de evitar.
São 47 sinais de aviso já classificados e bem descritos que podem me ajudar e orientar a descobrir e eliminar a situação de perigo.
Saia do mito que " a recaída acontece do nada" , isto é irreal e insano. Alguma coisa voce deixou de fazer ou de eliminar no seu dia a dia.
Peça ajuda!
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel: 81348919
18 de setembro de 2011
Lidar com o novo.
O mundo novo para o dependente químico é assustador. Como lidar com a vida que não conhece , não sabe as regras e os limites? O que é bom e o que não é bom de fazer, falar e pensar? A sensação é de " peixe fora d`água" Não conheço os assuntos nem o que é de interesse comum. A vida da adicção deixa lacunas e o tempo urge é preciso me readaptar. Muitos em situação como esta voltam para o velho... é mais fácil , conhece o mecanismo e sentem-se seguros. Os velhos amigos não exigem nada de nada desconfiam e a sensação de "pertencer" é gratificante. Difícil é achar um meio de superar o medo do novo e enfrentar as dificuldades.
A dica é não exigir mais do que possa corresponder é ir devagar passo a passo redescobrindo o que tem a fazer. Atualize-se, leia, estude, vá a teatro, cinema enfim conquiste seu espaço, sua bagagem. Frequente a família, os amigos de verdade, padrinho, terapeuta e psicólogo com os quais você está habituado. Faça esportes. Criando novos hábitos para si virão novos vínculos, assuntos, amigos e oportunidades sem risco de recaída. O importante é superar enfrentando o medo e partilhando suas dificuldades.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com]
f.25347980 e cel: 81348919
A dica é não exigir mais do que possa corresponder é ir devagar passo a passo redescobrindo o que tem a fazer. Atualize-se, leia, estude, vá a teatro, cinema enfim conquiste seu espaço, sua bagagem. Frequente a família, os amigos de verdade, padrinho, terapeuta e psicólogo com os quais você está habituado. Faça esportes. Criando novos hábitos para si virão novos vínculos, assuntos, amigos e oportunidades sem risco de recaída. O importante é superar enfrentando o medo e partilhando suas dificuldades.
Dra. Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com]
f.25347980 e cel: 81348919
3 de setembro de 2011
Crises de Abstinência
Tenho observado ao longo destes anos de convivência com a doença e os adictos à drogas e álcool que ocorrem crises específicas de tempos em tempos bem definidos.
Várias crises durante o primeiro ano, todas perigosas, pois podem desencadear a volta ao uso.
A primeira, todos sabem é a da " retirada do químico". Onde ocorre o desespero, a agitação e até alguns sintomas físicos como:boca seca, dor de barriga, dor de cabeça e etc.
Com frequência temos pelo menos, cinco crises durante o primeiro ano.
A segunda acontece entre 30 a 40 dias, ou 50 a 60 para alguns e provoca diarreia, vômito, náusea. sensação de empachamento, além de irritabilidade.
A terceira vem com três meses limpo, 90 dias. O paciente sente dores nas costas, a urina fica escura e com forte cheiro, às vezes, a micção vem acompanhada de dor. O comportamento muda, irritabilidade, intolerância, sensibilidade, mau humor e raiva sem motivo aparente.
A quarta, com seis meses, 180 disas, é bem diferente das demais. O paciente começa a procrastinar, não pára quieto, às vezes perde o apetite e isola-se.
Todas estas duram de três a sete dias. Pelo que parece é um movimento de desintoxicação do próprio corpo e varia de pessoa pra pessoa, mas a frequência destas características chamam a atenção e merecem ser observadas.
A última do primeiro ano com nove meses, 270 dias é a mais grave crise, Ela dura de 15 a 25 dias. Transtorna a recuperação da maioria. A vontade de usar aparece forte e constante, sem dar trégua. Divide-se em três ou até quatro etapas. Os primeiros três dias, do 7o. ao 8o. dia, do 15o. ao 17o.dia e pode ocorrer mais uma etapa entre 21o. e 25o. dia. Nesta fase o paciente tem dores de cabeça, suor frio, palpitação, dor de barriga, fissura como na " ativa", irritabilidade, mente fechada. Pode ter diarreia, dor de estômago e vômito ,sente cheiro e gosto da droga.
Por exemplo, se voce ficou limpo a partir do dia 20 de um determinado mês, 20 é sua data base. Dez dias antes e,até 10 dias depois de 20( 10--------20-------30), pode ocorrer uma crise. Neste intervalo com três, seis ou nove meses limpo as crises ocorrerão.
Após o primeiro ano temos as crises de 12, 15, 18, 21..... até 48 meses, mas a crise dos 9m continua em muitos casos até 8anos limpo, ou seja, 45, 54, 63e 72.
Observei pacientes internados e pós internação durante 9 anos e percebi uma constante que corroborou minhas observações.Não tenho a pretensão de tornar isto um experimento,mesmo por que, para chegar a tal precisaria da ajuda de médicos, neurologistas e um estudo estatístico. No dia a dia estas informações tem surtido efeito nos pacientes que se dispuseram a acompanhar a ocorrência desta crises durante seu tempo limpo e conseguiram superar estes episódios com êxito e manterem-se em recuperação.
Pode ser uma boa dica!
Eliza M.M. GUimarães
elizapsico@hotmail.com
f.25347980 3 81348919
Várias crises durante o primeiro ano, todas perigosas, pois podem desencadear a volta ao uso.
A primeira, todos sabem é a da " retirada do químico". Onde ocorre o desespero, a agitação e até alguns sintomas físicos como:boca seca, dor de barriga, dor de cabeça e etc.
Com frequência temos pelo menos, cinco crises durante o primeiro ano.
A segunda acontece entre 30 a 40 dias, ou 50 a 60 para alguns e provoca diarreia, vômito, náusea. sensação de empachamento, além de irritabilidade.
A terceira vem com três meses limpo, 90 dias. O paciente sente dores nas costas, a urina fica escura e com forte cheiro, às vezes, a micção vem acompanhada de dor. O comportamento muda, irritabilidade, intolerância, sensibilidade, mau humor e raiva sem motivo aparente.
A quarta, com seis meses, 180 disas, é bem diferente das demais. O paciente começa a procrastinar, não pára quieto, às vezes perde o apetite e isola-se.
Todas estas duram de três a sete dias. Pelo que parece é um movimento de desintoxicação do próprio corpo e varia de pessoa pra pessoa, mas a frequência destas características chamam a atenção e merecem ser observadas.
A última do primeiro ano com nove meses, 270 dias é a mais grave crise, Ela dura de 15 a 25 dias. Transtorna a recuperação da maioria. A vontade de usar aparece forte e constante, sem dar trégua. Divide-se em três ou até quatro etapas. Os primeiros três dias, do 7o. ao 8o. dia, do 15o. ao 17o.dia e pode ocorrer mais uma etapa entre 21o. e 25o. dia. Nesta fase o paciente tem dores de cabeça, suor frio, palpitação, dor de barriga, fissura como na " ativa", irritabilidade, mente fechada. Pode ter diarreia, dor de estômago e vômito ,sente cheiro e gosto da droga.
Por exemplo, se voce ficou limpo a partir do dia 20 de um determinado mês, 20 é sua data base. Dez dias antes e,até 10 dias depois de 20( 10--------20-------30), pode ocorrer uma crise. Neste intervalo com três, seis ou nove meses limpo as crises ocorrerão.
Após o primeiro ano temos as crises de 12, 15, 18, 21..... até 48 meses, mas a crise dos 9m continua em muitos casos até 8anos limpo, ou seja, 45, 54, 63e 72.
Observei pacientes internados e pós internação durante 9 anos e percebi uma constante que corroborou minhas observações.Não tenho a pretensão de tornar isto um experimento,mesmo por que, para chegar a tal precisaria da ajuda de médicos, neurologistas e um estudo estatístico. No dia a dia estas informações tem surtido efeito nos pacientes que se dispuseram a acompanhar a ocorrência desta crises durante seu tempo limpo e conseguiram superar estes episódios com êxito e manterem-se em recuperação.
Pode ser uma boa dica!
Eliza M.M. GUimarães
elizapsico@hotmail.com
f.25347980 3 81348919
2 de setembro de 2011
A codependência
CODEPENDÊNCIA
A codependência é uma realidade comportamental que está associada a familiares de dependentes de drogas e álcool. Trata-se da incapacidade de manter relacionamento saudável consigo mesmo e com os outros. Suportar todo tipo de transtorno, jogo patológico, altos e baixos. É deixar-se enganar, manipular e usar nos mais vis empreendimentos. Optar pelo sofrimento como que predestinados para tal. É anular-se, perder a própria vontade, sonhos e compromissos como se fosse proibido diante da dificuldade do seu familiar. É ficar horas a fio em função, na espera, de prontidão para o próximo problema. Um forte sentimento de culpa e uma constante frustração, pois nada do que faz ou fala muda a situação. E quando o familiar volta "limpo" o codependente sente-se vazio tão acostumado estava de viver daquela maneira.
- Você se sente responsável por outra pessoa? Seus sentimentos, pensamentos, necessidades, ações, escolhas, vontades, bem-estar e destino?
- Você sente ansiedade, pena e culpa quando outras pessoas têm problemas?
- Você se flagra constantemente dizendo "sim" quando quer dizer "não"?
- Você vive tentando agradar aos outros ao invés de agradar a si mesmo?
- Você vive tentando provar aos outros que é bom o suficiente? Você tem medo de errar?
- Você vive buscando desesperadamente amor e aprovação? Você sente-se inadequado?
- Você tolera abuso para não perder o amor de outras pessoas?
- Você sente vergonha da sua própria vida?
- Você tem a tendência de repetir relacionamentos destrutivos?
- Você se sente aprisionado em um relacionamento? Você tem medo de ficar só?
- Você tem medo de expressar suas emoções de maneira aberta, honesta e apropriada?
- Você acredita que se assim o fizer ninguém vai amá-lo?
- O que você sente sobre mudar o seu comportamento? O que impede-lhe de mudar?
- Você ignora os seus problemas ou finge que as circunstâncias não são tão ruins?
- Você vive ajudando as pessoas a viverem? Acredita que elas não sabem viver sem você?
- Tenta controlar eventos, situações e pessoas através da culpa, coação, ameaça, manipulação e conselhos, assegurando assim que as coisas aconteçam da maneira que você acha correta?
- Você procura manter-se ocupado para não entrar em contato com a realidade?
- Você sente que precisa fazer alguma coisa para sentir-se aceito e amado pelos outros?
- Você tem dificuldade de identificar o que sente? Tem medo de entrar em contato com seus sentimentos como raiva, solidão e vergonha.
Se você respondeu sim a pelo menos cinco destas questões procure ajuda nos grupos Nar Anon e Allanon que atendem familiares de dependentes químicos.
Coragem! Dê esse primeiro passo.
Dra Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
F. 25347980 e cel.: 81348919
26 de agosto de 2011
A Família do Dependente Químico
A noticia de que meu familiar está usando drogas ou álcool determina um turbilhão de emoções na família. Mãe e Pai não sabem o que fazer com o fato e se perguntam porque isso aconteceu em nosso lar? Onde erramos? No que faltamos? E todas estas perguntas ficam sem resposta diante do problema, pois não é a falta nem o excesso e tão pouco culpa de alguém; o fato é que instalou-se uma doença pelo uso, muitas vezes ingênuo e curioso, de substâncias psicoativas que causam dependência. O que desencadeou a procura destas substâncias e a necessidade de inserir-se neste tipo de grupo, ocorre por fatores de aceitação, adaptação e até auto estima baixa como também a falta de limites, valores e diálogo. Ah! Então é culpa da família? Não, pois na fase em que o jovem começa a usar ( adolescência) a família tem pouco acesso ao que ocorre no seu íntimo, (suas dificuldades, suas limitações) o adolescente tende a preterir a família ao grupo. É uma fase natural de descoberta de auto afirmação e quando consegue êxito desenvolve-se sem dificuldades. No livro de Içami Tiba - Anjos caídos, temos uma boa explicação para o inicio do uso. O autor descreve um rito de passagem de uma tribo indígena onde o jovem é inserido na vida adulta e a partir daí considerado como tal. Na nossa cultura este ritual não existe e o jovem padece entre não ser mais criança e ainda não ser adulto. Ser aceito é imperioso e desgastante. Nesta fase está vulnerável e acata qualquer solução para seu problema. As escolhas que fizer determinarão seu caminho adiante.
Infelizmente a falta de conhecimento do que seja esta doença, a negação da maioria que mantem o problema distante de si ( só acontece com o vizinho) e a resistência em procurar ajuda profissional são a causa de jovens usuários progredirem no uso de drogas e álcool.
Portanto, peçam ajuda assim que identificarem o problema. Milhares de pessoas compartilham suas experiências na busca de soluções. A família pode contar com vários grupos de ajuda.
Estamos juntos nesta Luta!
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel.: 81348919
Infelizmente a falta de conhecimento do que seja esta doença, a negação da maioria que mantem o problema distante de si ( só acontece com o vizinho) e a resistência em procurar ajuda profissional são a causa de jovens usuários progredirem no uso de drogas e álcool.
Portanto, peçam ajuda assim que identificarem o problema. Milhares de pessoas compartilham suas experiências na busca de soluções. A família pode contar com vários grupos de ajuda.
Estamos juntos nesta Luta!
Eliza M. M. Guimarães
elizapsico@hotmail.com
f. 25347980 e cel.: 81348919
20 de agosto de 2011
Medo
Medo: (ê) sm (lat metu) 1 Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror. 2 Apreensão. 3Receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. sm pl Gestos ou visagens que causam susto.
Como o corpo reage numa situação de ameaça, seja ela real ou não:
1. Cérebro: as estruturas responsáveis por iniciar a reação a estímulos amedrontadores são as amígdalas cerebrais, localizadas na região das têmporas. Elas enviam um sinal ao hipotálamo, região de controle do metabolismo, para que seja intensificada a produção de adrenalina, noradrenalina e acetilcolina. Em uma fração de segundo, a descarga dessas substâncias causa alterações no funcionamento de diversas partes do corpo
2. Olhos: a química do medo faz com que as pupilas se dilatem. Isso diminui a capacidade de a pessoa reparar nos detalhes que a cercam, mas aumenta o poder de visão geral. Em tempos ancestrais, esse recurso permitia que o homem identificasse no escuro das cavernas um predador e as possíveis rotas de fuga
3. Coração e pulmões: o aumento do nível de adrenalina eleva os batimentos cardíacos. A maior irrigação sanguínea faz com que cérebro e músculos trabalhem mais intensamente, deixando a pessoa alerta e ágil. O fato de o coração bater acelerado exige maior oxigenação daí por que a respiração se torna mais curta, ofegante
4. Estômago: muitas pessoas, em situações de medo, sentem dor na região estomacal devido ao aumento na produção de acetilcolina. A liberação em maior quantidade de sucos gástricos acelera a digestão e a transformação dos alimentos em energia.
Fonte: Frederico Graeff, Universidade de São Paulo (Veja)
Como o corpo reage numa situação de ameaça, seja ela real ou não:
1. Cérebro: as estruturas responsáveis por iniciar a reação a estímulos amedrontadores são as amígdalas cerebrais, localizadas na região das têmporas. Elas enviam um sinal ao hipotálamo, região de controle do metabolismo, para que seja intensificada a produção de adrenalina, noradrenalina e acetilcolina. Em uma fração de segundo, a descarga dessas substâncias causa alterações no funcionamento de diversas partes do corpo
2. Olhos: a química do medo faz com que as pupilas se dilatem. Isso diminui a capacidade de a pessoa reparar nos detalhes que a cercam, mas aumenta o poder de visão geral. Em tempos ancestrais, esse recurso permitia que o homem identificasse no escuro das cavernas um predador e as possíveis rotas de fuga
3. Coração e pulmões: o aumento do nível de adrenalina eleva os batimentos cardíacos. A maior irrigação sanguínea faz com que cérebro e músculos trabalhem mais intensamente, deixando a pessoa alerta e ágil. O fato de o coração bater acelerado exige maior oxigenação daí por que a respiração se torna mais curta, ofegante
4. Estômago: muitas pessoas, em situações de medo, sentem dor na região estomacal devido ao aumento na produção de acetilcolina. A liberação em maior quantidade de sucos gástricos acelera a digestão e a transformação dos alimentos em energia.
Fonte: Frederico Graeff, Universidade de São Paulo (Veja)
O medo no dependente químico é falta de fé em si mesmo , em Deus e no outro. Causa uma sensação de impotência e desespero. A realidade é vista como ameaçadora e impossível de lidar, superar e aceitar. O DQ não quer ser frustrado, não quer admitir seu passado e o porque de sua realidade atual não ser como deseja, das pessoas não enxergarem seu esforço, sua luta para ficar limpo. Numa atitude infantilizada espera que a vida seja diferente e não como ela é com seus altos e baixos, alegrias e tristezas, perdas e danos. O emocional desgastado pela adicção, a auto estima baixa, as incertezas sobre sua recuperação, segredos,planos secretos e falta de confiança no programa 12 passos potencializam o medo.
Partilhe seus medos e coloque-os a sua frente como obstáculos a serem vencidos e, principalmente, aceite a vida como ela se apresenta.
Dra. Eliza M. M. Guimarães- F. 25347980 e cel . 81348919
e-mail: elizapsico@hotmail.com
Dra. Eliza M. M. Guimarães- F. 25347980 e cel . 81348919
e-mail: elizapsico@hotmail.com
10 de agosto de 2011
Crack X OXI
Há vinte anos trabalho com dependentes químicos… é lamentável constatar que pouco se faz para informar a população sobre a dependência química e prevenir ao invés de remediar. Drogas novas como o oxi e antes o crack; lembram como este afetou e alarmou a todos? Que diferença faz a droga de preferência ser outra agora?
Quando será que vamos encarar isto de forma séria e fazer algo que esclareça e informe a população? A maioria é leiga, não conhece a doença e rotula o dependente químico. As famílias não procuram ajuda para a codependência. Os tratamentos existentes são ineficazes e incompletos salvo algumas excessões. O pós clínica não existe ou não é levado a sério. Eu de minha parte continuo na luta tentando com meu ” baldinho” apagar este incendio, mas muitos elefantes se omitem…
Dra. Eliza
Assinar:
Postagens (Atom)