17 de outubro de 2012

continua... Negação

O primeiro passo para sair da Negação é a Aceitação, mas aceitar não é assim tão fácil!  Uma perda , um fracasso, uma doença grave, um emprego, desilusões e etc., não são fáceis de aceitar. Aceitar significa que tenho que lidar com a dor com o luto, pois sofremos sempre que enfrentamos uma mudança ou quando temos que deixar algo para trás e abrir espaço para o novo. Seja qual for a perda  o processo será o mesmo. Podemos levar anos  ou dez segundos não existe regra ou tempo de cada fase.
 Entre a Negação e a Aceitação temos a Raiva.  Esta fase é caracterizada pela inveja, culpar os outros, ressentimentos e, por vezes, fúria. Pode ser específica ou direcionada ou pode ser geral. Estamos com raiva da nossa perda. e trocamos nesta fase o " eu não" para "porque eu", " a culpa é sua", " não é justo". Por trás da raiva estão o medo, a culpa e a  vergonha. Diz Esther Olson, a autora: " Não há problema em atravessar esta fase". " A raiva é um combustível senão for lidada, mas precisamos lidar com ela de maneira apropriada".

15 de outubro de 2012

Negação

Negação é um dos mecanismos de defesa. Não há nada de errado com este mecanismo desde que ele seja um estágio para uma adaptação a uma situação difícil e não se torne permanente. Negar até que se tenha condições de superar um fato e não viver iludido de que nada está acontecendo. Negar não é mentir é não reconhecer o que é realidade. Enganamo-nos de modo a acreditar que não é verdade uma perda, uma mágoa, uma desilusão. A pessoa que está em negação não está fazendo isto só para os outros está a negar a si própria  e pode negar sentimentos, pensamentos, acontecimentos, mudanças, situações, problemas, doenças e até a própria morte. Podemos ter um segundo de espanto e descrédito como podemos resistir à realidade por minutos, horas, dias ou meses. Usamos a negação para fechar a nossa consciência  de coisas que seriam demasiado perturbadoras de saber.
Negação é uma reação normal de lidar com a dor, é uma ferramenta que usamos até estarmos prontos e preparados para lidar com o problema.


Continua

26 de novembro de 2011

Relacionamento ( Amar).

"Os contrários se atraem os iguais se repelem"
Quanto mais se quiser que o outro pense e sinta como eu, mais vou afastá-lo de mim. Ora, pois foi ele ser diferente de mim que me atraiu! Como posso querer esta mudança?
Parece para mim que é este o segredo para manter um relacionamento.
As pessoas mudam, todos mudamos, mas cada um muda de acordo com suas experiências e da maneira que a absorveu ou vivenciou. Muitos de nós absorve o erro aceita-o e aprende a fazer diferente de outra vez, outros não, repetem o mesmo erro várias vezes  e normalmente culpam os outros. Num relacionamento como este a distância entre um e outro se faz naturalmente  se um ou ambos não souberem crescer com a experiência.
Necessitamos trocar experiências com os outros, pertencemos a grupos, clubes, família, amigos, vizinhos e etc. Isolar-se restringi e limita oportunidades de crescimento e restringi o espaço onde cada um desenvolve seu potencial.

continua....

22 de novembro de 2011

Relacionamento ( Amar).

Palavras difícil nos dias de hoje de entender, manter e ser feliz com ela. Relacionar-se com o outro de forma profunda, ser atento aos detalhes e diferentes nuances, compreender, perdoar e principalmente aceitar o outro como é: único e diferente, manter-se único sem mesclar-se com necessidades alheias ou alienar-se em favor da paz e/ou evolução e/ou satisfação e/ou manutenção do relacionamento.
O que é amar e ser amado afinal?
Quando contabilizo a relação e faço o balanço de quanto creditei e exijo do outro o débito estou amando?
Quando submeto  o outro às minhas vontades e verdades estou amando?
Quando uso de meu poder seja monetário, seja cultural, para estabelecer  uma dependência física e moral estou amando?
Quando a minha necessidade sexual é imperiosa e independe da vontade do outro estou amando?
Quando preciso do outro como ar que respiro,isto é amor?
Quando não consigo deixar ir para ver o outro feliz, isto é amor?
Quando abro mão da minha auto estima do Si mesmo sou capaz de amar?

Relacionar-se com o outro é antes de tudo conhecer suas ideias, crenças, valores , maneira de pensar e sentimentos. É promover, dar condições e incentivar o outro no seu melhor para vê-lo crescer. É aceitar o erro e ajudar  a aprender com ele. É viver em paralelo sem subjulguar, submeter, manipular ou impor seus  valores ao outro. É somar juntos o melhor de cada potencial num objetivo comum. É respeitar a individualidade de cada um suas habilidades, potencialidades, defeitos e qualidades e deixar como é, pois assim que vou amá-lo.

continua.....

13 de novembro de 2011

Auto Estima o coração da Psiquê.

As seis atitudes que elevam o nível de nossa auto estima.
1. A atitude de viver conscientemente.
     Viver conscientemente é aumentar a luz da lanterna e perceber tudo ao meu redor; tudo que diz respeito as nossas ações, nossos propósitos, valores e objetivos ao máximo de nossa capacidade e nos comportarmos de acordo com o que vemos e conhecemos. Evitar a consciência é evitar o significado daquilo que estou fazendo; meus motivos.
2. A atitude de auto aceitação.
    Estar bem consigo mesmo, com seu esquema corporal em geral, com minhas habilidades e inabilidades. Amar-se como é : único. Aceitar o erro, pois não posso aprender com um erro que não aceito ter cometido.
3. A atitude de responsabilidade.
    Sou responsável pela realização dos meus desejos.
    Sou responsável pelas minhas escolhas e meus atos.
    Sou responsável pelo nível de consciência com que trabalho.
    Sou responsável pelo nível de consciência com que vivo meus relacionamentos.
    Sou responsável pelo meu comportamento com os outros; colegas de trabalho, clientes, socios, cônjuge, filhos, parentes e amigos.
    Sou responsável pela maneira como priorizo meu tempo.
    Sou responsável pela qualidade de minhas comunicações.
    Sou responsável por minha própria felicidade.
    Sou responsável por aceitar ou escolher os valores pelos quais vivo.
    Sou responsável pelo aumento de minha auto estima.
    Negligenciar estas responsabilidades destrói seu "Eu Interior" no seu nível mais básico. Sua vida não pertence aos outros e você não pode corresponder mais às expectativas alheias do que as suas.
4. A Atitude de auto afirmação.
    Ser real , verdadeiro, autentico e sincero consigo mesmo. Honrar minhas vontades, necessidades e meus valores buscando formas apropriadas de expressá-los na realidade. É o contrário de timidez, mas não é agressividade ou rebeldia é a disposição de ficar ao meu lado para ser abertamente quem sou, para tratar a mim mesmo com respeito em todos os meu contatos. Praticar a auto afirmação é viver com autenticidade. É falar e agir de acordo com as minhas convicções e os meus sentimentos mais íntimos.
5. A atitude de auto intencionalidade.
    Significa viver com propósito, planos de acordo com os poderes que tenho para atingir os objetivos que seleciono: estudar, formar uma familia, ganhar dinheiro, começar um novo negocio, lançar um produto no mercado, guardar ou poupar dinheiro, construir uma casa de veraneio, manter um relacionamento romântico e feliz e etc. São nossos objetivos que nos lançam à frente, que evocam o exercício de nossas faculdades,que energizam nossa existência.
    Viver intencionalmente é preocupar-se com estas questões: O que estou tentando conseguir? O que estou fazendo para alcançar este objetivo? Por que considero estes meios apropriados? As reações do meio ambiente me dizem que estou obtendo sucesso ou fracasso? Há alguma nova informação que precise considerar?  Preciso fazer reajustes em meu curso de ação, em minha estrategia, ou minhas atitudes?  Meus objetivos e propósitos precisam ser repensados? Portanto, viver intencionalmente significa viver num alto nível de consciência.
6. A atitude de integridade pessoal.
    Ter integridade pessoal é conjugar ideais, convicções, critérios, crenças e comportamento. Devo praticar o que prego, cumprir minhas promessas, honrar meus compromissos e minha conduta com os demais seres humanos deve ser delicada, justa, benevolente e compassiva. Devo me esforçar para construir uma consistência moral.
    Vale mais minha auto estima que traí-la por qualquer recompensa imediata.

Dra. Maria Helena
por Dra. Eliza M. M. Guimarães

9 de novembro de 2011

Auto Estima o coração da Psiquê.

Auto Sabotagem
Por mais paradoxal que seja é exigido de nós que tenhamos a coragem  de tolerar a felicidade sem nos auto sabotar. A ansiedade diante do sucesso decorre de uma auto estima baixa que tem pavor e se desorienta quando a vida vai bem e entra em conflito com as opiniões mais profundas que temos de nós mesmos e do que nos seja apropriado (merecimento). A auto estima baixa  ou precária  leva o individuo a auto destruição à condenação e à desaprovação. Um sinal claro de auto estima baixa é a necessidade de perceber os outros como inferiores. Outro exemplo diz respeito ao sentimento de raiva  a partir do qual nos comportamos de maneira a deixar os outros furiosos (profecia auto reguladora negativa).
A ilusão da auto estima
A pseudo auto estima é a ilusão da auto eficiência e do auto respeito sem realidade (fuga).
Devemos buscar a auto estima através da consciência, da responsabilidade e da integridade, ao contrário do que fazemos como adquirir bens materiais, popularidade e aventuras sexuais. Devemos buscá-la através da autenticidade pessoal (auto afirmação apropriada).
A auto estima  positiva é uma conquista  espiritual, uma vitória na evolução da consciência.

continua... As seis atitudes que elevam o nível de nossa auto estima.

7 de novembro de 2011

Auto Estima o coração da Psiquê.

A auto estima é formada tanto por fatores internos como externos. Os fatores internos residem dentro do individuo ou que são gerados por ele: crenças, ideias, pratica de comportamentos  e etc. Os fatores externos provem do meio ambiente: mensagens verbais ou não verbais que nos são transmitidas e as experiências produzidas pelos Pais, pelos professores, pelas pessoas significativas, pelas organizações e pela cultura.
A auto estima é uma profunda e poderosa necessidade humana, essencial a uma adaptação saudável, ou seja, ao funcionamento ideal e auto satisfação.
A auto estima possui dois componentes: A auto eficiência, ou seja, senso básico de confiança diante dos desafios da vida( competência) e Auto respeito, senso de merecer felicidade. Exemplos: confiança em nossa capacidade de pensar, em nossa habilidade em vencer desafios básicos da vida, confiança em nosso direito de vencer, auto estima isenta de conflitos; somos movidos pelo prazer e não pelo medo.Quer-se experimentar a felicidade  e não evitar sofrimento. O que nos move não é provar nosso valor , mas dar vida as nossas capacidades. É confiar em nosso processo e em consequência estar disposto a esperar que nossos esforços resultem em sucesso.
continua.... próxima: Auto Sabotagem.