Estes cuidados só e somente só podem ser ministrados por profissionais competentes durante e pós clínica. Quando o familiar recaí é preciso avaliar se é caso de nova internação, quais as possibilidades de tratamento que existem para estes casos, pois cada caso tem e deve ser avaliado,orientado e encaminhado adequadamente.
Os familiares devem frequentar grupos de apoio como Nar Anon , Ala non, Amor Exigente entre outros para que se orientem em como agir, o que deve e o que não deve fazer e, principalmente para tratar a Co dependência ( Vide capítulo neste Blog). Sem a ajuda do familiar o tratamento fica comprometido, pois a família, muitas vezes está mais acostumada com o doente do que com o são.
Continua....
30 de outubro de 2012
Os familiares do dependente químico. Alerta!
A drogadicção e o alcoolismo não são doenças de hoje em dia, mas infelizmente a informação sobre elas está muito aquém do desejado. O doente não pede ajuda e ou não sabe onde pedir e, ainda, não quer pedir. Os familiares continuam tentando minimizar os danos, barganhar, tentar controlar o uso de seu familiar para depois de muitas e exaustivas tentativas procurar ajuda.
Infelizmente, muitas são as clínicas e comunidades que oferecem tratamento, mas a qualidade deste tratamento, a equipe , os profissionais não são levados em conta e sim o preço. Qual é o preço adequado ao tratamento do adicto? Quantos profissionais são necessários para um bom tratamento? Qual deveria ser a formação destes profissionais? A equipe terapêutica tem um curso preparatório para lidar com vidas? Poucos, raros são os familiares que pedem estas informações e terminam por internar seu familiar em clínicas ou comunidades onde, com certeza o tratamento não vai funcionar e, ainda, correndo o risco de seu familiar ser explorado em atividades, às vezes. até braçais, que longe de ser uma loborterapia, visam apenas economizar pessoal de manutenção, jardinagem etc.
Portanto, famílias atenção! A promessa de que vai sair curado é ilusão! A doença não tem cura e é progressiva, incurável e fatal. Como na diabetes é preciso controle, manutenção e cuidados especiais.
Continua...
Infelizmente, muitas são as clínicas e comunidades que oferecem tratamento, mas a qualidade deste tratamento, a equipe , os profissionais não são levados em conta e sim o preço. Qual é o preço adequado ao tratamento do adicto? Quantos profissionais são necessários para um bom tratamento? Qual deveria ser a formação destes profissionais? A equipe terapêutica tem um curso preparatório para lidar com vidas? Poucos, raros são os familiares que pedem estas informações e terminam por internar seu familiar em clínicas ou comunidades onde, com certeza o tratamento não vai funcionar e, ainda, correndo o risco de seu familiar ser explorado em atividades, às vezes. até braçais, que longe de ser uma loborterapia, visam apenas economizar pessoal de manutenção, jardinagem etc.
Portanto, famílias atenção! A promessa de que vai sair curado é ilusão! A doença não tem cura e é progressiva, incurável e fatal. Como na diabetes é preciso controle, manutenção e cuidados especiais.
Continua...
25 de outubro de 2012
continua... Negação
Negociar
Após ventilarmos a nossa fúria podemos tentar regatear de modo a evitar a perda. As negociações podem ser feitas com Deus ou, vagamente, com a vida. De acordo com Olson, esta fase é normalmente caracterizada por " se... então" frases que medem o que damos contra aquilo que recebemos. Algumas vezes nossos acordos são construtivos, realistas e obtém o resultado pretendido. "Se recebermos ajuda para o nosso casamento então não teremos que nos divorciar".
No entanto, normalmente, nossos regateios não são realistas. O alcoólico vai tentar um acordo em que apenas bebe cerveja ou que só bebe um fim de semana por mês. " Eu só pensava: se limpar a casa bem desta vez, então ele não vai beber" dizia a mulher do alcoólico. Nestes casos, quando já não podemos adiar o inevitável, temos de o viver.
Depressão
Avançamos agora para um período de tristeza. Desde que pela primeira vez dizemos: "Isto não pode ser verdade", que fomos empurrados para este momento. É talvez a essência da dor estar em luto completamente. É o ponto mais alto do processo de aceitação. É dor emocional na sua forma mais pura. Choramos pelo que perdemos e sobre o que vamos perder no futuro. Chegou a hora de chorar. Esta tristeza pode levar horas, dias, semanas ou meses. " Quando humildemente nos rendemos, este processo começa" diz Olson. Esta depressão só desaparecerá quando o processo for ultrapassado.
Aceitação
Quando já não precisamos de bloquear, ter raiva, ou fazer acordos, e depois de ter lidado com a tristeza, vamos chegar a uma fase de aceitação. A aceitação não deve ser confundida com uma fase feliz. É, praticamente, vazia de sentimentos. É como se a dor tivesse indo embora, a luta acabou. Estamos em paz com o que é e, livremente, admitimos a nossa impotência sobre o álcool ou drogas. Deus deu-nos a serenidade de aceitar o que não podemos modificar. Em seguida à aceitação crescemos. Isto implica que não nos limitamos à sobrevivência, à experiência, mas que mudamos ou fomos melhorados por ela. De algum modo consideramo-nos mais ricos. Se não podemos ver como isto nos beneficiou temos, pelo menos, a confiança de que está certo, tudo está bem e que algum dia poderemos perceber o propósito.
Após ventilarmos a nossa fúria podemos tentar regatear de modo a evitar a perda. As negociações podem ser feitas com Deus ou, vagamente, com a vida. De acordo com Olson, esta fase é normalmente caracterizada por " se... então" frases que medem o que damos contra aquilo que recebemos. Algumas vezes nossos acordos são construtivos, realistas e obtém o resultado pretendido. "Se recebermos ajuda para o nosso casamento então não teremos que nos divorciar".
No entanto, normalmente, nossos regateios não são realistas. O alcoólico vai tentar um acordo em que apenas bebe cerveja ou que só bebe um fim de semana por mês. " Eu só pensava: se limpar a casa bem desta vez, então ele não vai beber" dizia a mulher do alcoólico. Nestes casos, quando já não podemos adiar o inevitável, temos de o viver.
Depressão
Avançamos agora para um período de tristeza. Desde que pela primeira vez dizemos: "Isto não pode ser verdade", que fomos empurrados para este momento. É talvez a essência da dor estar em luto completamente. É o ponto mais alto do processo de aceitação. É dor emocional na sua forma mais pura. Choramos pelo que perdemos e sobre o que vamos perder no futuro. Chegou a hora de chorar. Esta tristeza pode levar horas, dias, semanas ou meses. " Quando humildemente nos rendemos, este processo começa" diz Olson. Esta depressão só desaparecerá quando o processo for ultrapassado.
Aceitação
Quando já não precisamos de bloquear, ter raiva, ou fazer acordos, e depois de ter lidado com a tristeza, vamos chegar a uma fase de aceitação. A aceitação não deve ser confundida com uma fase feliz. É, praticamente, vazia de sentimentos. É como se a dor tivesse indo embora, a luta acabou. Estamos em paz com o que é e, livremente, admitimos a nossa impotência sobre o álcool ou drogas. Deus deu-nos a serenidade de aceitar o que não podemos modificar. Em seguida à aceitação crescemos. Isto implica que não nos limitamos à sobrevivência, à experiência, mas que mudamos ou fomos melhorados por ela. De algum modo consideramo-nos mais ricos. Se não podemos ver como isto nos beneficiou temos, pelo menos, a confiança de que está certo, tudo está bem e que algum dia poderemos perceber o propósito.
17 de outubro de 2012
continua... Negação
O primeiro passo para sair da Negação é a Aceitação, mas aceitar não é assim tão fácil! Uma perda , um fracasso, uma doença grave, um emprego, desilusões e etc., não são fáceis de aceitar. Aceitar significa que tenho que lidar com a dor com o luto, pois sofremos sempre que enfrentamos uma mudança ou quando temos que deixar algo para trás e abrir espaço para o novo. Seja qual for a perda o processo será o mesmo. Podemos levar anos ou dez segundos não existe regra ou tempo de cada fase.
Entre a Negação e a Aceitação temos a Raiva. Esta fase é caracterizada pela inveja, culpar os outros, ressentimentos e, por vezes, fúria. Pode ser específica ou direcionada ou pode ser geral. Estamos com raiva da nossa perda. e trocamos nesta fase o " eu não" para "porque eu", " a culpa é sua", " não é justo". Por trás da raiva estão o medo, a culpa e a vergonha. Diz Esther Olson, a autora: " Não há problema em atravessar esta fase". " A raiva é um combustível senão for lidada, mas precisamos lidar com ela de maneira apropriada".
Entre a Negação e a Aceitação temos a Raiva. Esta fase é caracterizada pela inveja, culpar os outros, ressentimentos e, por vezes, fúria. Pode ser específica ou direcionada ou pode ser geral. Estamos com raiva da nossa perda. e trocamos nesta fase o " eu não" para "porque eu", " a culpa é sua", " não é justo". Por trás da raiva estão o medo, a culpa e a vergonha. Diz Esther Olson, a autora: " Não há problema em atravessar esta fase". " A raiva é um combustível senão for lidada, mas precisamos lidar com ela de maneira apropriada".
15 de outubro de 2012
Negação
Negação é um dos mecanismos de defesa. Não há nada de errado com este mecanismo desde que ele seja um estágio para uma adaptação a uma situação difícil e não se torne permanente. Negar até que se tenha condições de superar um fato e não viver iludido de que nada está acontecendo. Negar não é mentir é não reconhecer o que é realidade. Enganamo-nos de modo a acreditar que não é verdade uma perda, uma mágoa, uma desilusão. A pessoa que está em negação não está fazendo isto só para os outros está a negar a si própria e pode negar sentimentos, pensamentos, acontecimentos, mudanças, situações, problemas, doenças e até a própria morte. Podemos ter um segundo de espanto e descrédito como podemos resistir à realidade por minutos, horas, dias ou meses. Usamos a negação para fechar a nossa consciência de coisas que seriam demasiado perturbadoras de saber.
Negação é uma reação normal de lidar com a dor, é uma ferramenta que usamos até estarmos prontos e preparados para lidar com o problema.
Continua
Negação é uma reação normal de lidar com a dor, é uma ferramenta que usamos até estarmos prontos e preparados para lidar com o problema.
Continua
26 de novembro de 2011
Relacionamento ( Amar).
"Os contrários se atraem os iguais se repelem"
Quanto mais se quiser que o outro pense e sinta como eu, mais vou afastá-lo de mim. Ora, pois foi ele ser diferente de mim que me atraiu! Como posso querer esta mudança?
Parece para mim que é este o segredo para manter um relacionamento.
As pessoas mudam, todos mudamos, mas cada um muda de acordo com suas experiências e da maneira que a absorveu ou vivenciou. Muitos de nós absorve o erro aceita-o e aprende a fazer diferente de outra vez, outros não, repetem o mesmo erro várias vezes e normalmente culpam os outros. Num relacionamento como este a distância entre um e outro se faz naturalmente se um ou ambos não souberem crescer com a experiência.
Necessitamos trocar experiências com os outros, pertencemos a grupos, clubes, família, amigos, vizinhos e etc. Isolar-se restringi e limita oportunidades de crescimento e restringi o espaço onde cada um desenvolve seu potencial.
continua....
Quanto mais se quiser que o outro pense e sinta como eu, mais vou afastá-lo de mim. Ora, pois foi ele ser diferente de mim que me atraiu! Como posso querer esta mudança?
Parece para mim que é este o segredo para manter um relacionamento.
As pessoas mudam, todos mudamos, mas cada um muda de acordo com suas experiências e da maneira que a absorveu ou vivenciou. Muitos de nós absorve o erro aceita-o e aprende a fazer diferente de outra vez, outros não, repetem o mesmo erro várias vezes e normalmente culpam os outros. Num relacionamento como este a distância entre um e outro se faz naturalmente se um ou ambos não souberem crescer com a experiência.
Necessitamos trocar experiências com os outros, pertencemos a grupos, clubes, família, amigos, vizinhos e etc. Isolar-se restringi e limita oportunidades de crescimento e restringi o espaço onde cada um desenvolve seu potencial.
continua....
22 de novembro de 2011
Relacionamento ( Amar).
Palavras difícil nos dias de hoje de entender, manter e ser feliz com ela. Relacionar-se com o outro de forma profunda, ser atento aos detalhes e diferentes nuances, compreender, perdoar e principalmente aceitar o outro como é: único e diferente, manter-se único sem mesclar-se com necessidades alheias ou alienar-se em favor da paz e/ou evolução e/ou satisfação e/ou manutenção do relacionamento.
O que é amar e ser amado afinal?
Quando contabilizo a relação e faço o balanço de quanto creditei e exijo do outro o débito estou amando?
Quando submeto o outro às minhas vontades e verdades estou amando?
Quando uso de meu poder seja monetário, seja cultural, para estabelecer uma dependência física e moral estou amando?
Quando a minha necessidade sexual é imperiosa e independe da vontade do outro estou amando?
Quando preciso do outro como ar que respiro,isto é amor?
Quando não consigo deixar ir para ver o outro feliz, isto é amor?
Quando abro mão da minha auto estima do Si mesmo sou capaz de amar?
Relacionar-se com o outro é antes de tudo conhecer suas ideias, crenças, valores , maneira de pensar e sentimentos. É promover, dar condições e incentivar o outro no seu melhor para vê-lo crescer. É aceitar o erro e ajudar a aprender com ele. É viver em paralelo sem subjulguar, submeter, manipular ou impor seus valores ao outro. É somar juntos o melhor de cada potencial num objetivo comum. É respeitar a individualidade de cada um suas habilidades, potencialidades, defeitos e qualidades e deixar como é, pois assim que vou amá-lo.
continua.....
O que é amar e ser amado afinal?
Quando contabilizo a relação e faço o balanço de quanto creditei e exijo do outro o débito estou amando?
Quando submeto o outro às minhas vontades e verdades estou amando?
Quando uso de meu poder seja monetário, seja cultural, para estabelecer uma dependência física e moral estou amando?
Quando a minha necessidade sexual é imperiosa e independe da vontade do outro estou amando?
Quando preciso do outro como ar que respiro,isto é amor?
Quando não consigo deixar ir para ver o outro feliz, isto é amor?
Quando abro mão da minha auto estima do Si mesmo sou capaz de amar?
Relacionar-se com o outro é antes de tudo conhecer suas ideias, crenças, valores , maneira de pensar e sentimentos. É promover, dar condições e incentivar o outro no seu melhor para vê-lo crescer. É aceitar o erro e ajudar a aprender com ele. É viver em paralelo sem subjulguar, submeter, manipular ou impor seus valores ao outro. É somar juntos o melhor de cada potencial num objetivo comum. É respeitar a individualidade de cada um suas habilidades, potencialidades, defeitos e qualidades e deixar como é, pois assim que vou amá-lo.
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